Londres

Em agosto fomos para o Brasil visitar as famílias. Na volta paramos em Londres. Aproveitamos a viagem super comprida pra parar por 3 dias e conhecer a capital da Inglaterra.
Foi um passeio excelente! Conhecemos muitas coisas nesses dias. Foi bem legal, pois tivemos um “guia” particular: o Marcos, amigo do Breno, que mora há anos lá.
Basicamente, foi só por causa dele que conseguimos ver tudo o que vimos em tão pouco tempo.

Chegamos em Londres na quarta-feira, final da tarde. Ficamos num hotel em Bayswater, bem ao lado do Hyde Park. Fomos dar uma volta por lá antes de procurar algum lugar para jantar. Lá é lindo! Dentro do parque fica o Kensington Palace, onde morava a Princesa Diana e onde nasceu a Rainha Victoria.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.


Jardins do Kensington Palace.

Jardins do Kensington Palace.

Na quinta-feira pela manhã nos encontramos com o Marcos. Como estava chovendo, usamos o dia para visitar museus e outros lugares fechados.
Fomos primeiro ao Museu de História Natural, que é o máximo. Vimos ossadas de dinossauros, uma representação do Dodó e a Galeria do Museu de Geologia.

Museu de História Natural.

Museu de História Natural.


Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.

Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.


Saindo de lá fomos ao Museu de Ciências. Excelente! Acho que um dos museus mais legais que já fui. Mostra a evolução dos transportes (de locomotivas, passando por carros e aviões), tem uma simulação de um terremoto, tem o módulo real da Apollo 10, réplica do módulo da Apollo 11 e da Apollo 17… Mas o meu preferido é que tem um pedaço da lua. É, um pedaço da lua!
Carros, carros, carros! E aviões!

Carros, carros, carros! E aviões!


Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.

Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.


Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.

Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.


A piece of the moon!

A piece of the moon!


Depois dos passeios culturais, fomos conhecer a Harrod’s. Resumindo, lá é tudo de bom, tudo de lindo e tudo de caro. Mas tem que ir conhecer.
Em frente à Harrod's.

Em frente à Harrod's.


E à tarde aproveitamos que a chuva deu uma trégua e fomos conhecer o Green Park, Buckingham Palace, Saint James Park e a Westminster Abbey.
Palácio de Buckingham.

Palácio de Buckingham.


Abadia de Westminster.

Abadia de Westminster.


The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

Mas nosso dia ainda não acabou! Ainda fomos no Palácio de Westminster, vimos o Big Ben, passamos pela Westminster Bridge, andamos na London Eye, paramos na Trafalgar Square para ver o relógio das Olimpíadas de 2012, caminhamos pela Piccadilly Circus, pegamos um ônibus vermelho e acabamos o dia no The Swan Pub.

The Big Ben.

The Big Ben.


London Eye, vista da Ponte de Westminster.

London Eye, vista da Ponte de Westminster.


De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.

De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.


Contagem regressiva na Trafalgar Square.

Contagem regressiva na Trafalgar Square.


No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.

No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.


London's Red Bus!

London's Red Bus!


When in England...!

When in England...!


Na sexta-feira, conheci Notting Hill.
É, aquele do filme. Até fiz compras na The Travel Bookshop (que estava prestes a ser fechada!).
Um lugar chamado Notting Hill.

Um lugar chamado Notting Hill.


Nesse dia tivemos um “pequeno-grande” problema com nossos cartões de crédito e débito. Sendo assim, tivemos que achar a agência do Banco do Brasil em Londres e sair correndo pra lá. E só conseguimos chegar à tempo (faltando minutos pra fechar) porque o Marcos tava com a gente. Senão tínhamos vindo pra China com todos os cartões bloqueados. O Banco do Brasil é legal, né? NOT!
Mas então tá. Resolvido esse problema, fomos passear mais.
Andamos pela London Bridge e admiramos a Tower Bridge. Com muita sorte, conseguimos pegar a Tower Bridge abrindo e fechando (algo que não é fácil de acontecer).
Conhecemos a Hay’s Galleria e nos refugiamos dentro de um pub quando a chuva chegou.
London Bridge.

London Bridge.


Breno e a Tower Bridge.

Breno e a Tower Bridge.


A chuva passou e nós continuamos a caminhar. Passamos pelo Tate Modern, onde tinha uma exposição de obras do Miró. Seguimos pela Millennium Bridge e, adivinhem! Fomos para outro pub.
Miró no Tate!

Miró no Tate!


Selo de aprovação da Rainha.

Selo de aprovação da Rainha.


Encerramos o dia com um jantar maravilhoso com o Marcos e a Elena (esposa do Marcos, que é croata mas fala português melhor que muito brasileiro por aí).
Marcos, Elena, Eu e Breno.

Marcos, Elena, Eu e Breno.


Sábado foi nosso último dia em Londres. Fomos à Camden Town (bairro onde Amy Winehouse viveu e morreu). Um lugar diferentíssimo e divertidíssimo. É onde tem os mercados londrinos mais excêntricos: dá para barganhar camisetas bacaninhas e comprar figurinos góticos completos. Também foi onde vimos as figuras mais exóticas.
Fachadas de Camden Town.

Fachadas de Camden Town.

Encerro por aqui. Agradeço mais uma vez ao Marcos e a Elena pelo carinho, pelo turismo e pela ajuda!
Deixo uma última foto, com as divertidas cabines telefônicas inglesas:

Ultimate british symbol.

Ultimate british symbol.

Publicado em: às 19/11/2011 em 23:09  Comentários (6)  
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Correndo!

Gente, tô meio atrasada com o blog… Mas é por uma boa causa!
Ainda falta postar a nossa viagem pra Londres e Singapura. Prometo fazer isso em breve.
Mas a correria que eu tô que me impediu de postar até hoje, é a arrumação de mala.
Estamos voltando para o Brasil!!! De vez!
A nossa aventura chinesa está chegando ao fim.
E com isso, vem muuuita coisa pra fazer (arrumar mala, entregar o apê, finalizar os trabalhos)…
Mas logo, logo dou notícias, tá?

Publicado em: às 05/11/2011 em 18:20  Comentários (1)  
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Tailândia

Do dia 28 de junho ao dia 03 de julho, estivemos na Tailândia. Visitamos Bangkok (também conhecida como Krung Thep Mahanakhon Amon Rattanakosin Mahinthara Yuthaya Mahadilok Phop Noppharat Ratchathani Burirom Udomratchaniwet Mahasathan Amon Piman Awatan Sathit Sakkathattiya Witsanukam Prasit), Phuket e as ilhas Phi Phi.
Bangkok é linda e super moderna. Mas tem seu lado cultural muito bem preservado também, com vários templos budistas.
Ficamos no hotel Lebua State Tower, famoso por ter um super bar no 63º andar e por ter sido o cenário do filme Hangover II.

No SkyBar do Lebua State Tower.

No SkyBar do Lebua State Tower.


The Dome, no topo do hotel.

The Dome, no topo do hotel.


Andamos em mil feirinhas e aproveitamos os famosos tuk-tuk para passear.
No tuk-tuk.

No tuk-tuk.


Um dos dias foi para fazer um passeio mais espiritual. Fomos conhecer três templos – o Wat Traimit, o Wat Pho e o Wat Benjamabopit. Cada templo mais lindo que o outro e com uma característica singular.
Primeiro fomos ao Wat Traimit, famoso por um Buda de Ouro de 3 metros que pesa 5,5 toneladas! É a maior estátua de ouro maciço do mundo.
Templo Wat Traimit.

Templo Wat Traimit.


O Buda de Ouro.

O Buda de Ouro.


Agradecendo por tudo e pedindo um pouco daquele ouro todo!

Agradecendo por tudo e pedindo um pouco daquele ouro todo!


Em seguida fomos ao Wat Pho. Esse templo é conhecido por ser vizinho do Grande Palácio (casa do Rei), por ser lugar do nascimento da tradicional massagem tailandesa e por ser casa do Buda Reclinado – uma pequena estátua de 15 metros de altura e 46 metros de comprimento. Isso mesmo, 46 metros.
Entrada do Wat Pho.

Entrada do Wat Pho.


Buda Reclinado (15m x 46m).

Buda Reclinado (15m x 46m).


Esse templo é ativo. Ou seja, tem monges que moram lá e cerimônias. No dia que nós fomos era aniversário do monge mais antigo do templo, então estava tendo um almoço oferecido pela ThaiBev (explicando: eles acreditam que ganhar dinheiro com bebidas alcóolicas tem um grande impacto na vida espiritual, então as grandes empresas fazem doações para os templos como uma forma de “limpar” o mau causado).
Almoço budista.

Almoço budista.


Não nos juntamos ao almoço, mas recebemos uma benção dos monges.
Para proteção.

Para proteção.


Por último, fomos ao templo Wat Benjamabopit. O templo foi construído pelo quinto rei da Tailândia e chama a atenção por ser todo em mármore italiano. É lindo!
Templo Wat Benjamabopit.

Templo Wat Benjamabopit.


Depois pegamos um vôo para Phuket e um barco para a ilha Ko Phi Phi Don, onde ficava nosso hotel.
Barco de Phuket para Phi Phi.

Barco de Phuket para Phi Phi.


Ficamos hospedados no Phi Phi Island Village Beach Resort, ou como eu gosto de chamar, o paraíso na terra.
Como o resort é com praia particular, não tem acesso por terra. Então o barco pára no meio do mar e uma lancha do resort busca os hóspedes.
Trocando de barco.

Trocando de barco.


E a recepção feita pelo hotel é uma coisa linda. Você recebe um drink, uma funcionária preenche toda sua papelada e outro funcionário te acompanha levando suas malas ao bangalô. Isso, ao bangalô.
"Tomando meus bons drink."

"Tomando meus bons drink."


Bangalô 209.

Bangalô 209.


Fora a praia particular, tem uma piscina de borda infinita com um pool bar.
Um dia no paraíso.

Um dia no paraíso.


O nosso hotel era do lado da ilha Ko Phi Phi Le, onde tem a Maya Bay. Lá que foi gravado o filme A Praia. Alugamos um barco e fomos lá conhecer.
Pensa um lugar bonito. Pensou? Multiplica por um bilhão. É Maya Bay.
No barco, chegando em Maya Bay.

No barco, chegando em Maya Bay.


Breno nas areias de Maya Bay.

Breno nas areias de Maya Bay.


E lógico que a ilha é protegida, né?

E lógico que a ilha é protegida, né?


Avisando que o risco de repetir o tsunami de 2004 ainda existe.

Avisando que o risco de repetir o tsunami de 2004 ainda existe.


Nadando em mar aberto.

Nadando em mar aberto.


Vou parar por aqui por que eu sei que essas fotos causam uma certa vontade de largar tudo e mudar pra Tailândia. E também porque eu tenho que ir arrumar minha mala que sábado estamos indo pra Singapura. Espero voltar com várias fotos de fazer inveja de lá também.
See ya!

Publicado em: às 29/09/2011 em 18:43  Comentários (3)  
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Deyang News

E hoje eu apareci na tv. Teve uma cerimônia no departamento de imigração de Deyang com algumas autoridades e me convidaram para ir lá, já que a renovação do meu visto ficou pronta e eu tinha que ir lá de qualquer maneira.
Consegui gravar com minha câmera, mas o áudio não ficou bom. Tudo bem, já que tá tudo em chinês mesmo!
Então, taí o vídeo:

Este vídeo requer o Adobe Flash para reprodução.

Publicado em: às 16/09/2011 em 23:58  Comentários (2)  
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Férias no Brasil!

Até domingo!

Até domingo!

Publicado em: às 27/07/2011 em 21:36  Comentários (1)  

Visita da Família

Pois então. Em maio recebemos a tão esperada visita da familia. Com um ano e pouco morando aqui, tivemos o melhor mês de todos! Vieram minha mãe (Maily), meu pai (Santana), a mãe (Regina) e uma tia (Elza) do Breno.

Na ordem: Breno, Tia Regina, Tia Elza, Eu, Mãe e Pai.

Na ordem: Breno, Tia Regina, Tia Elza, Eu, Mãe e Pai.


Essa visita valeu até mais do que uma ida ao Brasil. E a demora pra postar se justifica pela choradeira que foi toda vez que eu decidia selecionar as fotos para o blog. Que saudade!!!
Mas vamos lá. O trajeto que fizemos com eles na China foi: Pequim, Xian, Leshan, Chengdu, Deyang e Pequim de novo – o avião deles chegou e partiu via Pequim, daí duas passadas por lá.
Na primeira passagem por Pequim fomos à Rua Wangfujing (famosa pelas barraquinhas de espetinhos estranhos), ao Silk Market (compras, compras e mais compras), à Grande Muralha e até sobrou um tempinho para ir na churrascaria brasileira.
No portão de entrada da Wangfujing.

No portão de entrada da Wangfujing.


Pai, Tia Elza, Breno e Tia Regina na Grande Muralha.

Pai, Tia Elza, Breno e Tia Regina na Grande Muralha.


Papai passeando pela muralha.

Papai passeando pela muralha.


Churrascaria Latin em Pequim.

Churrascaria Latin em Pequim.


Fomos também ver um show de Acrobacias e Kung-fu.
A lenda do Kungfu.

A lenda do Kungfu.

De lá fomos direto para Xian, lar dos Guerreiros de Terracota.
Eu e o Breno já fomos lá no ano passado.
Selecionamos os melhores lugares no pouco tempo que tínhamos e levamos o pessoal para visitar: Torre do Tambor, Torre do Sino, Muro de Proteção, Vila Neolítica Banpo e o Exército de Terracota.

Em frente a Torre do Tambor!

Em frente a Torre do Tambor!


Breno com a Mamis no Muro de Proteção da Cidade.

Breno com a Mamis no Muro de Proteção da Cidade.


E os dois com a vista do topo da Torre do Sino!

E os dois com a vista do topo da Torre do Sino!


Na Vila Neolítica de Banpo demos sorte. Agora tinha um museu que na época em que eu e o Breno fomos não estava em funcionamento.
Tem uma explicação de como o povo caçava e montava suas casas (em holograma), bichos feitos como se fosse da época e, o mais legal, uma maquete em tamanho real de como era o mundo.
Pra se ter uma idéia, fiz uma foto em panorama. Então dá uma clicadinha na foto pequena aí embaixo que ela fica grande e dá pra ver bem!
O mundo de 6000 anos atrás.

O mundo de 6000 anos atrás.


De lá, fomos ver os soldadinhos super legais do primeiro imperador da China, o Qin Shi Huang.
Nós e os mocinhos de terracota.

Nós e os mocinhos de terracota.


E viemos para Deyang. Nossa cidade.
Papai e mamãe ficaram no mesmo hotel que nós moramos nos nossos primeiros dois meses na China e Tia Regina e Tia Elza ficaram aqui em casa.
No lobby do Pacific International Hotel.

No lobby do Pacific International Hotel.


A área central do meu condomínio.

A área central do meu condomínio.


Aqui levei eles pra conhecer os principais lugares da cidade. Ou pelo menos os pontos que eu acho mais bonito e que realmente vale a pena conhecer!
Fomos ao Templo, à Carved Stone, à Praça WenMiao e passeamos muito em volta do rio e pela cidade.
Chegando no Templo.

Chegando no Templo.


No parque Carved Stone

No parque Carved Stone


Senhorzinho que ficou seguindo meu pai durante nosso passeio na Carved Stone.

Senhorzinho que ficou seguindo meu pai durante nosso passeio na Carved Stone.


Na praça Wen Miao.

Na praça Wen Miao.


Em uma dessas andanças pelo rio, encontramos duas alunas minhas – estou dando aula de inglês duas vezes por semana pra duas turmas de crianças.
Pai, Eu e duas das minhas aluninhas.

Pai, Eu e duas das minhas aluninhas.


O Breno levou eles na fábrica, pra conhecer o projeto.
Preparados pra entrar na fábrica!

Preparados pra entrar na fábrica!


E um dia fomos visitar o Parque dos Pandas. Infelizmente, como estava muito calor, os pandas estavam em lugares fechados e com ar condicionado. No habitat natural só conseguimos ver o Red Panda (firefox), pavões e cisnes. Mas tudo bem, né? O lugar é lindo por si só!
Mamãe e o panda!

Mamãe e o panda!


Panda no ar condicionado. Que calor!

Panda no ar condicionado. Que calor!


Red Panda Firefox.

Red Panda Firefox.


Pavão.

Pavão.


Cisne negro bebê!

Cisne negro bebê!


As carpas famintas.

As carpas famintas.


Tinha até um monge passeando por lá.

Tinha até um monge passeando por lá.


No fim de semana, fomos conhecer o Grande Buda de Leshan e mostrar pra eles Chengdu.
O Grande Buda de Leshan é o maior do mundo, com 71 metros de altura.
Pra chegar nos pés dele, é preciso descer uma escada em zig-zag construída no século VIII. Nada muito divertido.
A construção da estátua começou no ano de 713, durante a Dinastia Tang, e demorou mais de 90 anos pra ser concluído.
Pelo seu tamanho todo, os chineses costumam dizer que “A montanha é o Buda e o Buda é a montanha”.
Fora que rola todo aquele clima de templos e incensos, com esculturas magníficas pelo caminho até chegar na estátua principal, né?
Grande Buda de Leshan, patrimônio da Unesco desde 1996.

Grande Buda de Leshan, patrimônio da Unesco desde 1996.


Escultura em peça de madeira única. Linda!

Escultura em peça de madeira única. Linda!


A temida escada para ver o Buda!

A temida escada para ver o Buda!


A recompensa.

A recompensa.


E pra voltar tem que fazer esse caminho todo outra vez? Ainda bem que não!
Pegando uma carona.

Pegando uma carona.


Continuando o passeio, fomos para Chengdu. Passeamos pelas ruas típicas e fomos à um teatro de bonecos, sombras e máscaras.
Pirulito de açucar sendo feito na hora, em uma das ruas típicas.

Pirulito de açucar sendo feito na hora, em uma das ruas típicas.


Boneca chinesa do teatro.

Boneca chinesa do teatro.

Finalizando, fui com eles de volta à Pequim para eles voltarem ao Brasil. É. A choradeira recomeçou. Como da primeira vez que estivemos lá não deu tempo de levá-los em todos os lugares, dessa vez fizemos um passeio correria. Em dois dias visitamos a Praça da Paz Celestial, a Cidade Proibida, o Palácio de Verão e o Templo do Céu. Correndo porque tinha que voltar no Silk pra fazer mais compras, né?

Na Praça da Paz Celestial.

Na Praça da Paz Celestial.


Chegando na Cidade Proibida.

Chegando na Cidade Proibida.


O belíssimo Palácio de Verão.

O belíssimo Palácio de Verão.


Na porta do meu favortio, o Templo do Céu.

Na porta do meu favortio, o Templo do Céu.


E as mamis nos jardins do Templo.

E as mamis nos jardins do Templo.

Terminou o maior post da história. Demorado, mas feito com muito carinho.
Faltando seis dias para chegar no Brasil e matar a saudade!
Até daqui a pouco…!

Publicado em: às 25/07/2011 em 17:19  Comentários (3)  

Revista Mezcla

O Aventuras e Desventuras na China foi publicado.
Estamos na edição número 03 da Revista Mezcla.

Revista Mezcla #3

Revista Mezcla #3

Publicado em: às 05/07/2011 em 10:23  Comentários (1)  

Bali

Para comemorar o Ano Novo Chinês (que esse ano – 2011 – é o ano do Coelho) fomos para Bali!
Pegamos um avião de Chengdu para Guanzhou. Daí pegamos outro vôo para Jacarta. E de lá para Dempassar.
Ficamos hospedados no Resort Meliã Bali, na praia de Nusa Dua.

Vista do lobby de chegada do hotel.

Vista do lobby de chegada do hotel.


E no resort nós somos recebidos igual se vê em filme. As moças vestidas com a roupa tradicional trazem um drink prara os hóspedes recém-chegados.
Fazendo o check-in.

Fazendo o check-in.


Ao dar uma volta, só pra ter certeza que você realmente está no paraíso, é possível encontrar vários esquilos passeando pelo resort!
Tico, cadê o Teco?

Tico, cadê o Teco?


Vantagem máxima de ficar em um resort: geralmente esses locais têm praias particulares. Adoooro!
Praia praticamente nossa!

Praia praticamente nossa!


Apesar de querer ficar para sempre no resort, é bom sair e ir conhecer mais do lugar, certo?
Então fomos fazer um rafting e visitar o parque de elefantes!
O rafting é feito no início da tarde, aí vamos para o parque de elefantes. Lá é possível chegar bem pertinho dos bichos, até dar comida na boca! E depois a gente faz um safari noturno nos elefantes. 2 pessoas mais o “motorista” em um elefante. É incrível!
No final, um super jantar! E volta pro hotel, né?
Prontos para começar!

Prontos para começar!


Eu e a Adrila!

Eu e a Adrila!


O Breno não queria muito chegar perto deles, mas eu convenci para pelo menos uma foto, né?

O Breno não queria muito chegar perto deles, mas eu convenci para pelo menos uma foto, né?


Adrila colocando flores em mim.

Adrila colocando flores em mim.


Elefante bebê comendo maçã.

Elefante bebê comendo maçã.


Elefante descarado que queria comida na boca MESMO. Diretamente. Eu tinha que colocar a mão lá dentro!

Elefante descarado que queria comida na boca MESMO. Diretamente. Eu tinha que colocar a mão lá dentro!


O jantar pra finalizar.

O jantar pra finalizar.

Para não dizerem que nós ficamos só na praia do resort, fomos conhecer a praia mais badalada da ilha: Kuta.
Além de ser o ponto preferido dos surfistas, é lá que fica o centro da vida noturna de Bali. Onde ficam os bares, boates e o maravilhoso Hard Rock Café (onde eu comprei minha camiseta linda do Bon Jovi)!
Lá eu virei turista mesmo: fiz tatuagem de henna, trancinhas no cabelo, pintei a unha com florzinhas, comprei camiseta… Teve uma hora que tinha umas 6 moças locais em volta de mim! Foi meio assustador.
Mas o mais divertido é ver as diferenças locais. Enquanto de um lado tá uma mulçumana coberta dos pés à cabeça, do outro tem um monte de garotas topless. Divertido, não?

Tomando sol na praia de Kuta.

Tomando sol na praia de Kuta.


Cercada por nativas!

Cercada por nativas!


O ápice da diferença cultural.

O ápice da diferença cultural.


"Almoçando" no HardRock.

"Almoçando" no HardRock.


Rock'n Roll!

Rock'n Roll!

E foi isso. Aproveitei, descansei e me diverti! Me apaixonei pelo lugar…
Sabe o paraíso? Pois é. Não é nada se comparado à Bali.

Publicado em: às 23/04/2011 em 20:54  Comentários (1)  
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O frio de Harbin.

Para comemorar o aniversário do Breno que foi dia 24 de janeiro, fomos conhecer Harbin. A décima cidade mais populosa da China é conhecida principalmente pelo inverno: super frio e cheio de festivais!
Harbin é uma cidade diferenciada da China pois ainda vive sob uma forte influência da Rússia que a ocupou no começo do século XX.

Breno em frente à Igreja com arquitetura Russa.

Breno em frente à Igreja com arquitetura Russa.


Mas o principal atrativo da cidade é o Festival Internacional de Esculturas no Gelo e Neve de Harbin, que acontece todo janeiro desde 1985. Aquele festival que passa todo ano no Jornal Hoje e no Fantástico, sabe?
Pois é. A parte das esculturas de neve é melhor de se ver durante o dia. Já a parte do gelo é melhor de se ver à noite. Então fomos lá.
Pegamos -37 °C (isso mesmo! trinta e sete graus celsius NEGATIVOS!!!) e – mesmo com roupas especiais para o super frio – as mãos, os pés e o nariz parecem que congelaram. Por isso a recomendação é: não ficar exposto ao frio por mais de uma hora. A cidade é toda preparada com lugares quentinhos pra você entrar, se aquecer e tomar um café.
Chegando no Festival de Gelo.

Chegando no Festival de Gelo.


Smurfette pula-pula.

Smurfette pula-pula.


Em frente à escultura principal do festival.

Em frente à escultura principal do festival.


Escorregador de gelo. Pensa o frio!

Escorregador de gelo. Pensa o frio!


Isso é que é neve. O resto é resto.

Isso é que é neve. O resto é resto.


Como em todo lugar do mundo, as pessoas querem explorar o máximo possível. Então até os animais sofrem com o frio. Por alguns trocados, você pode tirar fotos com uma raposa branca. Mas como estava tendo uns fogos de artifício e elas pareciam meio assustada, fiquei insegura de pegar uma no colo. E só tirei foto de longe mesmo.
Raposa branca maaais linda!

Raposa branca maaais linda!


E na hora do jantar? Nada de ir pra rua! Então eu e a Fernanda fomos pro quarto quentinho e o Breno e o Guilherme saíram pra comprar comida.
Piquenique no quarto do hotel.

Piquenique no quarto do hotel.

No dia seguinte, mais frio. Fomos ver as esculturas de neve. Para chegar no parque onde ficam as esculturas, é preciso passar por uma ponte que tem um rio bem largo. Mas… Cadê o rio?

Lago congelado é para os fracos.

Lago congelado é para os fracos.

As esculturas de neve são lindas e inacreditáveis. Não tem como não ficar pensando nos artistas que tiveram que ficar ali no frio para fazer aquelas obras de arte gigantescas. E elas são gigantes mesmo!

Homenagem aos desenhos Disney e Pixar!

Homenagem aos desenhos Disney e Pixar!


Para celebrar 2011, o ano do coelho.

Para celebrar 2011, o ano do coelho.


Tem até uma cafeteria feita de neve.
Café de neve.

Café de neve.


E também tem bichinhos, lógico.
Eu e meu amigo veadinho do frio.

Eu e meu amigo veadinho do frio.


É muita neve!

É muita neve!


Pela localização, Harbin fica sob influência direta dos ventos frios hibernais da Sibéria. Sendo assim, é o lugar perfeito para ter um parque de tigres-siberianos, né?
Tá com soninho, tá?

Tá com soninho, tá?


Lá também é possível ver o raro tigre-de-bengala branco.
Loiro, alto e de olhos azuis.

Loiro, alto e de olhos azuis.


Nesse parque tem uma outra espécie super rara: o ligre. Reza a lenda que só tem 10 desses bichos espalhados pelo mundo. O Ligre é uma mistura de um leão com uma tigresa e só ocorre quando há intervenção humana. Os hábitos e territórios das duas espécies não são os mesmos, então não tem como esse mix ocorrer de forma natural.
Peço desculpa pela foto mas a emoção, o frio e a bateria da câmera acabando não permitiram eu tirar outra foto melhor.
Ligre = leão + tigresa.

Ligre = leão + tigresa.


Então é isso. Harbin é super legal. Não é lindo (aliás, só as partes do festival de gelo e neve que são lindas), mas super vale a pena a visita.
Quer passar frio? Vá pra Harbin!

Publicado em: às 09/04/2011 em 23:20  Comentários (5)  
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Paris est magnifique!

Sim, Paris é magnífica. Mas isso todo mundo já sabe. E foi uma cidade que me deixou em conflito, confesso.
Desde sempre, tudo o que eu via ou ouvia falar sobre Paris me faziam ter certeza que eu tinha nascido no país errado. Que eu era parisiense. Aí eu conheci Roma e descobri que tenho o coração romano…
E, finalmente, fui à Paris. E agora não estou mais em conflito. Apesar do coração ser romano, a alma é definitivamente parisiense. O que me leva a pensar que tenho o cérebro nova-iorquino (mas isso é outra história).
Então, continuando a saga da visita ao Brasil, paramos em Paris por três dias. Chegamos lá já no meio da tarde, fomos ao hotel (que o Breno escolheu super bem: fica a dois quarteirões da Champs-Élysées), banho e rua.
Primeira parada: Arco do Triunfo. O Arco foi construído por Napoleão para comemorar suas vitórias militares e, por isso, é cheio de referências às batalhas e aos generais da época.

Arco do Triunfo

Arco do Triunfo


Aproveitamos a noite e fomos ver as luzes de natal da Champs-Élysées.
Mais feliz que criança na manhã de Natal!

Mais feliz que criança na manhã de Natal!


Encerramos o dia depois de jantar num típico restaurante francês, fazer compras e passar muito frio.
No dia seguinte, pegamos o trem para conhecer o Palácio de Versailles. O lar de Maria Antonieta é belo, esplendoroso e tudo de bom que tem na face da terra.
Palácio de Versailles

Palácio de Versailles


Foi super legal rever o filme antes de ir, já que várias cenas dele foram filmadas dentro do Palácio (e o que foi filmado em set foi reproduzido com perfeição).
Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.

Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.


Além do Palácio em si já ser uma obra de arte, existem as obras de fato que estão espalhadas pelo Château, como os quadros de Napoleão. E além disso, para minha felicidade, estava rolando uma exposição das obras de Murakami!
Quadro de Napoleão Bonaparte.

Quadro de Napoleão Bonaparte.


Peça do Murakami

Peça do Murakami


E tem o jardim. Ah… O jardim! Amei. Foi meu primeiro contato com neve (tudo bem que tinha pouca, mas tinha)! Mas eu só fiquei pensando: Maria Antonieta não faliu a França comprando sapatos para andar naquela lama que fica quando a neve derrete e se mistura à terra do jardim. Mas tudo bem.
Nos jardins de Versailles.

Nos jardins de Versailles.


Neve e macaroons Ladurée!

Neve e macaroons Ladurée!


Andando pelo jardim, damos de cara com uma fonte maravilhosa: a Fonte de Apolo, que fica logo à frente do Grand Canal. E que estava linda na água congelada…
Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.

Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.


É isso. O Palácio de Versailles. O Breno também gostou, olha:
Sorrindo para Versailles.

Sorrindo para Versailles.

Saíndo do Palácio, fomos ver a Torre Eiffel. Recomendação unânime de todo mundo com quem eu falei: “visite a Torre no fim da tarde para pegar o pôr-do-sol”. Foi assim que fizemos e agora eu recomendo a todos fazer do mesmo jeito!

Tour Eiffel

Tour Eiffel


Lá de cima é possível ver a cidade inteira. É o melhor lugar para ver o Palais de Chaillot inteiro. Aliás, lá em frente ao Palácio tem uma feira super legal. Comidas, roupas, coisas artesanais… E um crepe de Nutella de morrer!
Palais de Chaillot.

Palais de Chaillot.


Ver o pôr-do-sol lá de cima é bom, mas ver as luzes da cidade acendendo é melhor.
Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!

Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!


Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?

Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?


Outra coisa: dizem que dá boa sorte para recém-casados se beijarem no topo da Torre. É melhor não arriscar, né?
Beijo de boa sorte.

Beijo de boa sorte.


No dia seguinte fomos ao Louvre. Precisa nem falar que eu morri, né? 500 vezes seguidas!
Chegando ao Louvre.

Chegando ao Louvre.


Agora vai rolar uma sessão de fotos que não precisam de muita apresentação, certo? Uma imagem ainda vale mais que mil palavras, certo? Então lá vai…
Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.

Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.


"A" Mona Lisa.

"A" Mona Lisa.


Breno e a Mona.

Breno e a Mona.


Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.

Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.


Alguém sabia que pode fazer isso?

Alguém sabia que pode fazer isso?


Breno e a galera do Napoleão.

Breno e a galera do Napoleão.


Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).

Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).


Breno com o Código de Hamurabi.

Breno com o Código de Hamurabi.


Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).

Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).


E eu também!

E eu também!


Psiquê revivida pelo beijo de Eros.

Psiquê revivida pelo beijo de Eros.


Ufa! Quase que não acaba mais…!
Saímos do museu e fomos encontrar com uma amiga minha, a Priscilla, que está morando em Paris há um ano.
Ainda bem que tinha a Pri lá! Ela fez um tour com a gente em uma tarde que não conseguiríamos fazer nem em dois dias!
Fomos à Catedral de Notre Dame, que eu estava louca pra ir e ver o presépio (um dos fatores que nos fez escolher parar em Paris perto do Natal). Eu sei que muita gente vai falar “nossa, você queria ir ver isso? E, sim, eu queria. O presépio é minimalista e clean. Do jeito que eu gosto. Afinal, como diria Coco Chanel: menos é mais.
Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.

Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.


Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.

Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.


As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).

As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).


A rosácea de 13 metros de diâmetro.

A rosácea de 13 metros de diâmetro.


O Presépio de Notre Dame.

O Presépio de Notre Dame.


Saíndo de lá, passamos na Universidade Sorbonne e de lá fomos ao Panteão, onde estão René Descartes, a Marie Curie, Victor Hugo, Voltaire, entre outros.
Sorbonne, Universitè de Paris.

Sorbonne, Universitè de Paris.


Panteão de Paris.

Panteão de Paris.


Passamos também pelo Jardin du Luxembourg (maior parque
público da cidade), pelo Hôtel de Ville (Prefeitura de Paris) e a Place de la Concorde (onde fica o Obelisco de Luxor).
Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.

Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.


Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.

Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.


Hôtel de Ville.

Hôtel de Ville.


Place de la Concorde.

Place de la Concorde.

À noite fomos conhecer o sonho dos sonhos. Galeries Lafayette.

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette


Árvore de Natal da Galeries Lafayette.

Árvore de Natal da Galeries Lafayette.


Depois fomos ao Moulin Rouge, que há mais de cem anos é parada obrigatória para todo turista que vai à Paris. Tudo bem que não tinha a Nicole Kidman, mas foi bom mesmo assim!
Moulin Rouge!

Moulin Rouge!

No último dia só tivemos a manhã livre. À tarde corremos pro aeroporto para ir pro Brasil.
Mas, antes de ir, vamos aproveitar a última manhã, né? Então fomos visitar o Museu de Orsay. O Museu fica no prédio que originalmente abrigava uma estação ferroviária, a Gare de Orsay. É o lugar que eu estava mais ansiosa para conhecer, pois abriga obras de Van Gogh, Monet, Degas e Rodin. AMO!!! Acho que nessa manhã morri mais umas mil vezes!

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.


Com o relógio do átrio principal do museu.

Com o relógio do átrio principal do museu.


Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?

Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?


E, para encerrar, Auguste Rodin.

E, para encerrar, Auguste Rodin.

Então é isso. C’est Paris. Paris est magnifique! Mon âme est parisien e nada podemos fazer a respeito. Não visitei tudo o que eu queria, mas não será minha última vez em Paris…

Publicado em: às 18/03/2011 em 23:47  Comentários (5)  
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