Londres

Em agosto fomos para o Brasil visitar as famílias. Na volta paramos em Londres. Aproveitamos a viagem super comprida pra parar por 3 dias e conhecer a capital da Inglaterra.
Foi um passeio excelente! Conhecemos muitas coisas nesses dias. Foi bem legal, pois tivemos um “guia” particular: o Marcos, amigo do Breno, que mora há anos lá.
Basicamente, foi só por causa dele que conseguimos ver tudo o que vimos em tão pouco tempo.

Chegamos em Londres na quarta-feira, final da tarde. Ficamos num hotel em Bayswater, bem ao lado do Hyde Park. Fomos dar uma volta por lá antes de procurar algum lugar para jantar. Lá é lindo! Dentro do parque fica o Kensington Palace, onde morava a Princesa Diana e onde nasceu a Rainha Victoria.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.


Jardins do Kensington Palace.

Jardins do Kensington Palace.

Na quinta-feira pela manhã nos encontramos com o Marcos. Como estava chovendo, usamos o dia para visitar museus e outros lugares fechados.
Fomos primeiro ao Museu de História Natural, que é o máximo. Vimos ossadas de dinossauros, uma representação do Dodó e a Galeria do Museu de Geologia.

Museu de História Natural.

Museu de História Natural.


Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.

Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.


Saindo de lá fomos ao Museu de Ciências. Excelente! Acho que um dos museus mais legais que já fui. Mostra a evolução dos transportes (de locomotivas, passando por carros e aviões), tem uma simulação de um terremoto, tem o módulo real da Apollo 10, réplica do módulo da Apollo 11 e da Apollo 17… Mas o meu preferido é que tem um pedaço da lua. É, um pedaço da lua!
Carros, carros, carros! E aviões!

Carros, carros, carros! E aviões!


Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.

Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.


Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.

Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.


A piece of the moon!

A piece of the moon!


Depois dos passeios culturais, fomos conhecer a Harrod’s. Resumindo, lá é tudo de bom, tudo de lindo e tudo de caro. Mas tem que ir conhecer.
Em frente à Harrod's.

Em frente à Harrod's.


E à tarde aproveitamos que a chuva deu uma trégua e fomos conhecer o Green Park, Buckingham Palace, Saint James Park e a Westminster Abbey.
Palácio de Buckingham.

Palácio de Buckingham.


Abadia de Westminster.

Abadia de Westminster.


The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

Mas nosso dia ainda não acabou! Ainda fomos no Palácio de Westminster, vimos o Big Ben, passamos pela Westminster Bridge, andamos na London Eye, paramos na Trafalgar Square para ver o relógio das Olimpíadas de 2012, caminhamos pela Piccadilly Circus, pegamos um ônibus vermelho e acabamos o dia no The Swan Pub.

The Big Ben.

The Big Ben.


London Eye, vista da Ponte de Westminster.

London Eye, vista da Ponte de Westminster.


De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.

De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.


Contagem regressiva na Trafalgar Square.

Contagem regressiva na Trafalgar Square.


No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.

No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.


London's Red Bus!

London's Red Bus!


When in England...!

When in England...!


Na sexta-feira, conheci Notting Hill.
É, aquele do filme. Até fiz compras na The Travel Bookshop (que estava prestes a ser fechada!).
Um lugar chamado Notting Hill.

Um lugar chamado Notting Hill.


Nesse dia tivemos um “pequeno-grande” problema com nossos cartões de crédito e débito. Sendo assim, tivemos que achar a agência do Banco do Brasil em Londres e sair correndo pra lá. E só conseguimos chegar à tempo (faltando minutos pra fechar) porque o Marcos tava com a gente. Senão tínhamos vindo pra China com todos os cartões bloqueados. O Banco do Brasil é legal, né? NOT!
Mas então tá. Resolvido esse problema, fomos passear mais.
Andamos pela London Bridge e admiramos a Tower Bridge. Com muita sorte, conseguimos pegar a Tower Bridge abrindo e fechando (algo que não é fácil de acontecer).
Conhecemos a Hay’s Galleria e nos refugiamos dentro de um pub quando a chuva chegou.
London Bridge.

London Bridge.


Breno e a Tower Bridge.

Breno e a Tower Bridge.


A chuva passou e nós continuamos a caminhar. Passamos pelo Tate Modern, onde tinha uma exposição de obras do Miró. Seguimos pela Millennium Bridge e, adivinhem! Fomos para outro pub.
Miró no Tate!

Miró no Tate!


Selo de aprovação da Rainha.

Selo de aprovação da Rainha.


Encerramos o dia com um jantar maravilhoso com o Marcos e a Elena (esposa do Marcos, que é croata mas fala português melhor que muito brasileiro por aí).
Marcos, Elena, Eu e Breno.

Marcos, Elena, Eu e Breno.


Sábado foi nosso último dia em Londres. Fomos à Camden Town (bairro onde Amy Winehouse viveu e morreu). Um lugar diferentíssimo e divertidíssimo. É onde tem os mercados londrinos mais excêntricos: dá para barganhar camisetas bacaninhas e comprar figurinos góticos completos. Também foi onde vimos as figuras mais exóticas.
Fachadas de Camden Town.

Fachadas de Camden Town.

Encerro por aqui. Agradeço mais uma vez ao Marcos e a Elena pelo carinho, pelo turismo e pela ajuda!
Deixo uma última foto, com as divertidas cabines telefônicas inglesas:

Ultimate british symbol.

Ultimate british symbol.

Published in: on 19/11/2011 at 23:09  Comments (7)  
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Tailândia

Do dia 28 de junho ao dia 03 de julho, estivemos na Tailândia. Visitamos Bangkok (também conhecida como Krung Thep Mahanakhon Amon Rattanakosin Mahinthara Yuthaya Mahadilok Phop Noppharat Ratchathani Burirom Udomratchaniwet Mahasathan Amon Piman Awatan Sathit Sakkathattiya Witsanukam Prasit), Phuket e as ilhas Phi Phi.
Bangkok é linda e super moderna. Mas tem seu lado cultural muito bem preservado também, com vários templos budistas.
Ficamos no hotel Lebua State Tower, famoso por ter um super bar no 63º andar e por ter sido o cenário do filme Hangover II.

No SkyBar do Lebua State Tower.

No SkyBar do Lebua State Tower.


The Dome, no topo do hotel.

The Dome, no topo do hotel.


Andamos em mil feirinhas e aproveitamos os famosos tuk-tuk para passear.
No tuk-tuk.

No tuk-tuk.


Um dos dias foi para fazer um passeio mais espiritual. Fomos conhecer três templos – o Wat Traimit, o Wat Pho e o Wat Benjamabopit. Cada templo mais lindo que o outro e com uma característica singular.
Primeiro fomos ao Wat Traimit, famoso por um Buda de Ouro de 3 metros que pesa 5,5 toneladas! É a maior estátua de ouro maciço do mundo.
Templo Wat Traimit.

Templo Wat Traimit.


O Buda de Ouro.

O Buda de Ouro.


Agradecendo por tudo e pedindo um pouco daquele ouro todo!

Agradecendo por tudo e pedindo um pouco daquele ouro todo!


Em seguida fomos ao Wat Pho. Esse templo é conhecido por ser vizinho do Grande Palácio (casa do Rei), por ser lugar do nascimento da tradicional massagem tailandesa e por ser casa do Buda Reclinado – uma pequena estátua de 15 metros de altura e 46 metros de comprimento. Isso mesmo, 46 metros.
Entrada do Wat Pho.

Entrada do Wat Pho.


Buda Reclinado (15m x 46m).

Buda Reclinado (15m x 46m).


Esse templo é ativo. Ou seja, tem monges que moram lá e cerimônias. No dia que nós fomos era aniversário do monge mais antigo do templo, então estava tendo um almoço oferecido pela ThaiBev (explicando: eles acreditam que ganhar dinheiro com bebidas alcóolicas tem um grande impacto na vida espiritual, então as grandes empresas fazem doações para os templos como uma forma de “limpar” o mau causado).
Almoço budista.

Almoço budista.


Não nos juntamos ao almoço, mas recebemos uma benção dos monges.
Para proteção.

Para proteção.


Por último, fomos ao templo Wat Benjamabopit. O templo foi construído pelo quinto rei da Tailândia e chama a atenção por ser todo em mármore italiano. É lindo!
Templo Wat Benjamabopit.

Templo Wat Benjamabopit.


Depois pegamos um vôo para Phuket e um barco para a ilha Ko Phi Phi Don, onde ficava nosso hotel.
Barco de Phuket para Phi Phi.

Barco de Phuket para Phi Phi.


Ficamos hospedados no Phi Phi Island Village Beach Resort, ou como eu gosto de chamar, o paraíso na terra.
Como o resort é com praia particular, não tem acesso por terra. Então o barco pára no meio do mar e uma lancha do resort busca os hóspedes.
Trocando de barco.

Trocando de barco.


E a recepção feita pelo hotel é uma coisa linda. Você recebe um drink, uma funcionária preenche toda sua papelada e outro funcionário te acompanha levando suas malas ao bangalô. Isso, ao bangalô.
"Tomando meus bons drink."

"Tomando meus bons drink."


Bangalô 209.

Bangalô 209.


Fora a praia particular, tem uma piscina de borda infinita com um pool bar.
Um dia no paraíso.

Um dia no paraíso.


O nosso hotel era do lado da ilha Ko Phi Phi Le, onde tem a Maya Bay. Lá que foi gravado o filme A Praia. Alugamos um barco e fomos lá conhecer.
Pensa um lugar bonito. Pensou? Multiplica por um bilhão. É Maya Bay.
No barco, chegando em Maya Bay.

No barco, chegando em Maya Bay.


Breno nas areias de Maya Bay.

Breno nas areias de Maya Bay.


E lógico que a ilha é protegida, né?

E lógico que a ilha é protegida, né?


Avisando que o risco de repetir o tsunami de 2004 ainda existe.

Avisando que o risco de repetir o tsunami de 2004 ainda existe.


Nadando em mar aberto.

Nadando em mar aberto.


Vou parar por aqui por que eu sei que essas fotos causam uma certa vontade de largar tudo e mudar pra Tailândia. E também porque eu tenho que ir arrumar minha mala que sábado estamos indo pra Singapura. Espero voltar com várias fotos de fazer inveja de lá também.
See ya!

Published in: on 29/09/2011 at 18:43  Comments (3)  
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Bali

Para comemorar o Ano Novo Chinês (que esse ano – 2011 – é o ano do Coelho) fomos para Bali!
Pegamos um avião de Chengdu para Guanzhou. Daí pegamos outro vôo para Jacarta. E de lá para Dempassar.
Ficamos hospedados no Resort Meliã Bali, na praia de Nusa Dua.

Vista do lobby de chegada do hotel.

Vista do lobby de chegada do hotel.


E no resort nós somos recebidos igual se vê em filme. As moças vestidas com a roupa tradicional trazem um drink prara os hóspedes recém-chegados.
Fazendo o check-in.

Fazendo o check-in.


Ao dar uma volta, só pra ter certeza que você realmente está no paraíso, é possível encontrar vários esquilos passeando pelo resort!
Tico, cadê o Teco?

Tico, cadê o Teco?


Vantagem máxima de ficar em um resort: geralmente esses locais têm praias particulares. Adoooro!
Praia praticamente nossa!

Praia praticamente nossa!


Apesar de querer ficar para sempre no resort, é bom sair e ir conhecer mais do lugar, certo?
Então fomos fazer um rafting e visitar o parque de elefantes!
O rafting é feito no início da tarde, aí vamos para o parque de elefantes. Lá é possível chegar bem pertinho dos bichos, até dar comida na boca! E depois a gente faz um safari noturno nos elefantes. 2 pessoas mais o “motorista” em um elefante. É incrível!
No final, um super jantar! E volta pro hotel, né?
Prontos para começar!

Prontos para começar!


Eu e a Adrila!

Eu e a Adrila!


O Breno não queria muito chegar perto deles, mas eu convenci para pelo menos uma foto, né?

O Breno não queria muito chegar perto deles, mas eu convenci para pelo menos uma foto, né?


Adrila colocando flores em mim.

Adrila colocando flores em mim.


Elefante bebê comendo maçã.

Elefante bebê comendo maçã.


Elefante descarado que queria comida na boca MESMO. Diretamente. Eu tinha que colocar a mão lá dentro!

Elefante descarado que queria comida na boca MESMO. Diretamente. Eu tinha que colocar a mão lá dentro!


O jantar pra finalizar.

O jantar pra finalizar.

Para não dizerem que nós ficamos só na praia do resort, fomos conhecer a praia mais badalada da ilha: Kuta.
Além de ser o ponto preferido dos surfistas, é lá que fica o centro da vida noturna de Bali. Onde ficam os bares, boates e o maravilhoso Hard Rock Café (onde eu comprei minha camiseta linda do Bon Jovi)!
Lá eu virei turista mesmo: fiz tatuagem de henna, trancinhas no cabelo, pintei a unha com florzinhas, comprei camiseta… Teve uma hora que tinha umas 6 moças locais em volta de mim! Foi meio assustador.
Mas o mais divertido é ver as diferenças locais. Enquanto de um lado tá uma mulçumana coberta dos pés à cabeça, do outro tem um monte de garotas topless. Divertido, não?

Tomando sol na praia de Kuta.

Tomando sol na praia de Kuta.


Cercada por nativas!

Cercada por nativas!


O ápice da diferença cultural.

O ápice da diferença cultural.


"Almoçando" no HardRock.

"Almoçando" no HardRock.


Rock'n Roll!

Rock'n Roll!

E foi isso. Aproveitei, descansei e me diverti! Me apaixonei pelo lugar…
Sabe o paraíso? Pois é. Não é nada se comparado à Bali.

Published in: on 23/04/2011 at 20:54  Comments (1)  
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O frio de Harbin.

Para comemorar o aniversário do Breno que foi dia 24 de janeiro, fomos conhecer Harbin. A décima cidade mais populosa da China é conhecida principalmente pelo inverno: super frio e cheio de festivais!
Harbin é uma cidade diferenciada da China pois ainda vive sob uma forte influência da Rússia que a ocupou no começo do século XX.

Breno em frente à Igreja com arquitetura Russa.

Breno em frente à Igreja com arquitetura Russa.


Mas o principal atrativo da cidade é o Festival Internacional de Esculturas no Gelo e Neve de Harbin, que acontece todo janeiro desde 1985. Aquele festival que passa todo ano no Jornal Hoje e no Fantástico, sabe?
Pois é. A parte das esculturas de neve é melhor de se ver durante o dia. Já a parte do gelo é melhor de se ver à noite. Então fomos lá.
Pegamos -37 °C (isso mesmo! trinta e sete graus celsius NEGATIVOS!!!) e – mesmo com roupas especiais para o super frio – as mãos, os pés e o nariz parecem que congelaram. Por isso a recomendação é: não ficar exposto ao frio por mais de uma hora. A cidade é toda preparada com lugares quentinhos pra você entrar, se aquecer e tomar um café.
Chegando no Festival de Gelo.

Chegando no Festival de Gelo.


Smurfette pula-pula.

Smurfette pula-pula.


Em frente à escultura principal do festival.

Em frente à escultura principal do festival.


Escorregador de gelo. Pensa o frio!

Escorregador de gelo. Pensa o frio!


Isso é que é neve. O resto é resto.

Isso é que é neve. O resto é resto.


Como em todo lugar do mundo, as pessoas querem explorar o máximo possível. Então até os animais sofrem com o frio. Por alguns trocados, você pode tirar fotos com uma raposa branca. Mas como estava tendo uns fogos de artifício e elas pareciam meio assustada, fiquei insegura de pegar uma no colo. E só tirei foto de longe mesmo.
Raposa branca maaais linda!

Raposa branca maaais linda!


E na hora do jantar? Nada de ir pra rua! Então eu e a Fernanda fomos pro quarto quentinho e o Breno e o Guilherme saíram pra comprar comida.
Piquenique no quarto do hotel.

Piquenique no quarto do hotel.

No dia seguinte, mais frio. Fomos ver as esculturas de neve. Para chegar no parque onde ficam as esculturas, é preciso passar por uma ponte que tem um rio bem largo. Mas… Cadê o rio?

Lago congelado é para os fracos.

Lago congelado é para os fracos.

As esculturas de neve são lindas e inacreditáveis. Não tem como não ficar pensando nos artistas que tiveram que ficar ali no frio para fazer aquelas obras de arte gigantescas. E elas são gigantes mesmo!

Homenagem aos desenhos Disney e Pixar!

Homenagem aos desenhos Disney e Pixar!


Para celebrar 2011, o ano do coelho.

Para celebrar 2011, o ano do coelho.


Tem até uma cafeteria feita de neve.
Café de neve.

Café de neve.


E também tem bichinhos, lógico.
Eu e meu amigo veadinho do frio.

Eu e meu amigo veadinho do frio.


É muita neve!

É muita neve!


Pela localização, Harbin fica sob influência direta dos ventos frios hibernais da Sibéria. Sendo assim, é o lugar perfeito para ter um parque de tigres-siberianos, né?
Tá com soninho, tá?

Tá com soninho, tá?


Lá também é possível ver o raro tigre-de-bengala branco.
Loiro, alto e de olhos azuis.

Loiro, alto e de olhos azuis.


Nesse parque tem uma outra espécie super rara: o ligre. Reza a lenda que só tem 10 desses bichos espalhados pelo mundo. O Ligre é uma mistura de um leão com uma tigresa e só ocorre quando há intervenção humana. Os hábitos e territórios das duas espécies não são os mesmos, então não tem como esse mix ocorrer de forma natural.
Peço desculpa pela foto mas a emoção, o frio e a bateria da câmera acabando não permitiram eu tirar outra foto melhor.
Ligre = leão + tigresa.

Ligre = leão + tigresa.


Então é isso. Harbin é super legal. Não é lindo (aliás, só as partes do festival de gelo e neve que são lindas), mas super vale a pena a visita.
Quer passar frio? Vá pra Harbin!

Published in: on 09/04/2011 at 23:20  Comments (5)  
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Paris est magnifique!

Sim, Paris é magnífica. Mas isso todo mundo já sabe. E foi uma cidade que me deixou em conflito, confesso.
Desde sempre, tudo o que eu via ou ouvia falar sobre Paris me faziam ter certeza que eu tinha nascido no país errado. Que eu era parisiense. Aí eu conheci Roma e descobri que tenho o coração romano…
E, finalmente, fui à Paris. E agora não estou mais em conflito. Apesar do coração ser romano, a alma é definitivamente parisiense. O que me leva a pensar que tenho o cérebro nova-iorquino (mas isso é outra história).
Então, continuando a saga da visita ao Brasil, paramos em Paris por três dias. Chegamos lá já no meio da tarde, fomos ao hotel (que o Breno escolheu super bem: fica a dois quarteirões da Champs-Élysées), banho e rua.
Primeira parada: Arco do Triunfo. O Arco foi construído por Napoleão para comemorar suas vitórias militares e, por isso, é cheio de referências às batalhas e aos generais da época.

Arco do Triunfo

Arco do Triunfo


Aproveitamos a noite e fomos ver as luzes de natal da Champs-Élysées.
Mais feliz que criança na manhã de Natal!

Mais feliz que criança na manhã de Natal!


Encerramos o dia depois de jantar num típico restaurante francês, fazer compras e passar muito frio.
No dia seguinte, pegamos o trem para conhecer o Palácio de Versailles. O lar de Maria Antonieta é belo, esplendoroso e tudo de bom que tem na face da terra.
Palácio de Versailles

Palácio de Versailles


Foi super legal rever o filme antes de ir, já que várias cenas dele foram filmadas dentro do Palácio (e o que foi filmado em set foi reproduzido com perfeição).
Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.

Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.


Além do Palácio em si já ser uma obra de arte, existem as obras de fato que estão espalhadas pelo Château, como os quadros de Napoleão. E além disso, para minha felicidade, estava rolando uma exposição das obras de Murakami!
Quadro de Napoleão Bonaparte.

Quadro de Napoleão Bonaparte.


Peça do Murakami

Peça do Murakami


E tem o jardim. Ah… O jardim! Amei. Foi meu primeiro contato com neve (tudo bem que tinha pouca, mas tinha)! Mas eu só fiquei pensando: Maria Antonieta não faliu a França comprando sapatos para andar naquela lama que fica quando a neve derrete e se mistura à terra do jardim. Mas tudo bem.
Nos jardins de Versailles.

Nos jardins de Versailles.


Neve e macaroons Ladurée!

Neve e macaroons Ladurée!


Andando pelo jardim, damos de cara com uma fonte maravilhosa: a Fonte de Apolo, que fica logo à frente do Grand Canal. E que estava linda na água congelada…
Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.

Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.


É isso. O Palácio de Versailles. O Breno também gostou, olha:
Sorrindo para Versailles.

Sorrindo para Versailles.

Saíndo do Palácio, fomos ver a Torre Eiffel. Recomendação unânime de todo mundo com quem eu falei: “visite a Torre no fim da tarde para pegar o pôr-do-sol”. Foi assim que fizemos e agora eu recomendo a todos fazer do mesmo jeito!

Tour Eiffel

Tour Eiffel


Lá de cima é possível ver a cidade inteira. É o melhor lugar para ver o Palais de Chaillot inteiro. Aliás, lá em frente ao Palácio tem uma feira super legal. Comidas, roupas, coisas artesanais… E um crepe de Nutella de morrer!
Palais de Chaillot.

Palais de Chaillot.


Ver o pôr-do-sol lá de cima é bom, mas ver as luzes da cidade acendendo é melhor.
Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!

Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!


Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?

Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?


Outra coisa: dizem que dá boa sorte para recém-casados se beijarem no topo da Torre. É melhor não arriscar, né?
Beijo de boa sorte.

Beijo de boa sorte.


No dia seguinte fomos ao Louvre. Precisa nem falar que eu morri, né? 500 vezes seguidas!
Chegando ao Louvre.

Chegando ao Louvre.


Agora vai rolar uma sessão de fotos que não precisam de muita apresentação, certo? Uma imagem ainda vale mais que mil palavras, certo? Então lá vai…
Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.

Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.


"A" Mona Lisa.

"A" Mona Lisa.


Breno e a Mona.

Breno e a Mona.


Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.

Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.


Alguém sabia que pode fazer isso?

Alguém sabia que pode fazer isso?


Breno e a galera do Napoleão.

Breno e a galera do Napoleão.


Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).

Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).


Breno com o Código de Hamurabi.

Breno com o Código de Hamurabi.


Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).

Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).


E eu também!

E eu também!


Psiquê revivida pelo beijo de Eros.

Psiquê revivida pelo beijo de Eros.


Ufa! Quase que não acaba mais…!
Saímos do museu e fomos encontrar com uma amiga minha, a Priscilla, que está morando em Paris há um ano.
Ainda bem que tinha a Pri lá! Ela fez um tour com a gente em uma tarde que não conseguiríamos fazer nem em dois dias!
Fomos à Catedral de Notre Dame, que eu estava louca pra ir e ver o presépio (um dos fatores que nos fez escolher parar em Paris perto do Natal). Eu sei que muita gente vai falar “nossa, você queria ir ver isso? E, sim, eu queria. O presépio é minimalista e clean. Do jeito que eu gosto. Afinal, como diria Coco Chanel: menos é mais.
Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.

Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.


Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.

Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.


As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).

As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).


A rosácea de 13 metros de diâmetro.

A rosácea de 13 metros de diâmetro.


O Presépio de Notre Dame.

O Presépio de Notre Dame.


Saíndo de lá, passamos na Universidade Sorbonne e de lá fomos ao Panteão, onde estão René Descartes, a Marie Curie, Victor Hugo, Voltaire, entre outros.
Sorbonne, Universitè de Paris.

Sorbonne, Universitè de Paris.


Panteão de Paris.

Panteão de Paris.


Passamos também pelo Jardin du Luxembourg (maior parque
público da cidade), pelo Hôtel de Ville (Prefeitura de Paris) e a Place de la Concorde (onde fica o Obelisco de Luxor).
Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.

Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.


Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.

Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.


Hôtel de Ville.

Hôtel de Ville.


Place de la Concorde.

Place de la Concorde.

À noite fomos conhecer o sonho dos sonhos. Galeries Lafayette.

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette


Árvore de Natal da Galeries Lafayette.

Árvore de Natal da Galeries Lafayette.


Depois fomos ao Moulin Rouge, que há mais de cem anos é parada obrigatória para todo turista que vai à Paris. Tudo bem que não tinha a Nicole Kidman, mas foi bom mesmo assim!
Moulin Rouge!

Moulin Rouge!

No último dia só tivemos a manhã livre. À tarde corremos pro aeroporto para ir pro Brasil.
Mas, antes de ir, vamos aproveitar a última manhã, né? Então fomos visitar o Museu de Orsay. O Museu fica no prédio que originalmente abrigava uma estação ferroviária, a Gare de Orsay. É o lugar que eu estava mais ansiosa para conhecer, pois abriga obras de Van Gogh, Monet, Degas e Rodin. AMO!!! Acho que nessa manhã morri mais umas mil vezes!

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.


Com o relógio do átrio principal do museu.

Com o relógio do átrio principal do museu.


Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?

Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?


E, para encerrar, Auguste Rodin.

E, para encerrar, Auguste Rodin.

Então é isso. C’est Paris. Paris est magnifique! Mon âme est parisien e nada podemos fazer a respeito. Não visitei tudo o que eu queria, mas não será minha última vez em Paris…

Published in: on 18/03/2011 at 23:47  Comments (5)  
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Novamente, Pequim!

Pois então… Voltamos para Pequim. Mas só por um dia!
Deixa eu explicar. Chegou dezembro, chegou férias, chegou a hora de ir para o Brasil. Como ir para o Brasil? Uma hora de carro de Deyang para Chengdu. Aí pega avião para Pequim. De lá, mais avião até Paris. E outro para São Paulo. Mais um até Goiânia… E chegou! Fácil, né? Então fizemos “paradinhas” para ir descansando ao longo do caminho.
A primeira parada foi em Pequim. Da outra vez que nós fomos, em maio do ano passado, não fomos na Praça da Paz Celestial, nem nos monumentos dos Jogos Olímpicos de 2008.
A Praça da Paz Celestial fica bem em frente à Cidade Proibida. Nós não fomos até lá em maio porque era feriado e estava lotado! A única coisa que eu queria era sair correndo pra bem longe de lá.
Para entrar na maior praça do mundo (de acordo com a Wikipedia), é preciso passar sob a avenida que separa ela da Cidade Proibida. E lá em baixo tem guardas, detector de metal, guardas, raio-x de bolsas e mochilas, guardas, fila e mais guardas.
E hora que conseguimos passar por isso tudo, vimos a troca de parte da guarda de lá.

Troca da Guarda Imperial.

Troca da Guarda Imperial.


Aproveitamos o frio e o vento e pegamos a praça quase vazia. Vimos o Mausoléu do Tio Mao e o Monumento das Pessoas Heróis.
Mausoléu de Mao Tsé-Tung

Mausoléu de Mao Tsé-Tung


Monumento das Pessoas Heróis

Monumento das Pessoas Heróis

Aproveitamos que o dia estava limpo e lindo (e quando eu digo limpo é sem bilhões de pessoas para aparecer nas fotos), e tiramos mais umas fotinhas em frente à Cidade Proibida!

Breno e eu em frente ao Portão do Céu.

Breno e eu em frente ao Portão do Céu.


Eu, a Cidade do Tio Mao e a Bandeira Vermelha.

Eu, a Cidade do Tio Mao e a Bandeira Vermelha.

E o que acontece quando um estrangeiro pede pra um chinês pra ele bater uma foto? O chinês pede pro estrangeiro aparecer numa foto com ele!!!

Gringo Celebridade!

Gringo Celebridade!

Saíndo de lá fomos para a Vila Olímpica.

Beijing 2008

Beijing 2008

O Breno ia ter um enfarto se ele não fosse ver o Ninho de Pássaro!

Ninho de Pássaro (鳥巢)

Ninho de Pássaro (鳥巢)


E lá é uma coisa meio complicada, sabe? Bom, complicada pros chineses, ótimo pra gente! Depois da mega construção deles para as Olimpíadas, eles ficaram sem o que fazer com aquele tanto de prédio bonito e diferentão. Logo, qualquer R$12,00 você entra e vê tudo aquilo por dentro!
Fora que eles estavam fazendo um parque de inverno para as festas de fim de ano da criançada!
Breno realizando sonho de criança.

Breno realizando sonho de criança.

Já o Cubo d’Água eles conseguiram transformar em um parque aquático. E como estava frio, estava fechado para limpeza ou algo parecido.

Cubo d'Água e a criança feliz!

Cubo d'Água e a criança feliz!

E, enquanto os locais turísticos estavam relativamente vazios, lá em Pequim era dia de semana e dia de trabalho… Sendo assim, rola uma fotinha de “gostinho de China”:

1 bilhão condensado dentro do metrô!

1 bilhão condensado dentro do metrô!

Veneza

Eis que fomos para Veneza. E não, não é Nova Veneza. É Veneza mesmo. Tipo, na Itália. Sabe?
Pois então. Depois de um mês sem atualizar o blog, meio que por falta total de paciência com a internet chinesa e meio que ocupada com outras coisitas mais, esse post encerra a viagem que fizemos para a Itália em outubro. É… Eu sei que tô meio atrasada. Mas só pode me julgar quem tiver que viver lidando com o grande firewall chinês.

Mas vamos à Veneza. A cidade é linda! E eu já tinha ouvido todo tipo de coisa, como que lá é fedido, cheio de ratos e blábláblá. Mas isso acho que ouvi de pessoas que nunca estiveram de fato em Veneza. Ou foram na época errada…!

Pelas "ruas" de Veneza...

Pelas "ruas" de Veneza...


Veneza é uma cidade pequena e pode facilmente ser desbravada em um único dia (isso se estiver com disposição para andar, já que lá não tem carros!).
Os pontos altos do turismo se resumem em poucas, mas inesquecíveis, situações.
Uma delas é conhecer a Basílica de São Marcos.
A base atual do prédio foi feita no ano de 1063. E ela está em constante restauração, pois é um dos pontos em risco de afundar. Aliás, quando entramos nela, tinha uma área que não podia ser visitada pois estava alagada. Mas isso não tirou a beleza do lugar.
Basílica de São Marcos

Basílica de São Marcos


Interior da Basílica

Interior da Basílica


Outro detalhe interessante é que você pode estar andando no meio da praça lotada e olhar para o lado e visualizar um transatlântico passando ali, como se fosse a coisa mais normal do mundo!
Detalhes de Veneza...

Detalhes de Veneza...


Até mesmo quando a gente se dá conta que passou o dia inteiro e não vimos um carro sequer. E damos de cara com um ponto de táxi em frente a Ponte de Rialto!
Ponte de Rialto

Ponte de Rialto


Outro passeio mega importante é a gôndola, né? Não é das coisas mais baratas não (entre €80 e €120), mas já pensou falar que foi em Veneza e não andou de gôndola? Isso não existe!
Só faltou o gondoleiro cantar ópera!

Só faltou o gondoleiro cantar ópera!


Até caipirinha feita com 51 é possível achar nas ruas charmosas dessa cidade linda!
No mais, queria agradecer ao cunhado/guia turístico – Guilherme “Codorna” – sem o qual essa viagem não poderia ter sido tão legal quanto foi! Ti amú!
Breno e o Guia Calucucú.

Breno e o Guia Calucucú.

E assim acabou a viagem para a Itália. Só não prometo que semana que vem faço post novo com Pequim, Paris, Harbin ou o Brasil-sil-sil porque estamos indo passar o Ano Novo Chinês em Bali!

Published in: on 26/01/2011 at 22:50  Comments (4)  
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Roma, A Cidade Eterna.

Enfim, chegamos em Roma. E, apesar de Milão ser a cidade da moda, eu me apaixonei de verdade foi por Roma. Tudo lá é lindo, grandioso e maravilhoso!
O primeiro lugar que fomos foi a Fontana di Trevi. Depois de assistir ao filme Elsa e Fred e relembrar o La Dolce Vita era um dos lugares que eu mais queria conhecer! E acho que foi um dos meus lugares favoritos de Roma…

Fontana di Trevi

Fontana di Trevi


Romance na Fontana di Trevi

Romance na Fontana di Trevi


Depois seguimos para o Coliseu.
Tudo o que eu conseguia pensar ao olhar para o Coliseu era “como eles contruíram isso em 68 d.C. sem equipamentos?”. É uma contrução gigantesca e maravilhosa.
Coliseu de Roma

Coliseu de Roma


Parte interna do Coliseu.

Parte interna do Coliseu.


Ao lado do Coliseu fica o Arco de Constantino.
Arco de Constantino e Coliseu.

Arco de Constantino e Coliseu.


E, ao lado dessas duas contruções maravilhosas, está o Foro Romano, o principal centro comercial da Roma Imperial.
Foro Romano

Foro Romano


Ainda no mesmo dia fomos visitar o Monumento a Vittorio Emanuele II, localizado na Piazza Venezia.
Monumento a Vittorio Emanuele II.

Monumento a Vittorio Emanuele II.


Saíndo de lá, fomos ao Pantheon, que infelizmente estava em reforma (mas isso não tirou a beleza do lugar).
Frente do Panteão.

Frente do Panteão.

No dia seguinte fomos conhecer um dos lugares mais lindos do mundo: O Vaticano.
Depois de um bom tempo de fila, um chuvisco chato e ter que pagar 5 euros num guarda-chuva chinês que compraria por 1 yuan, conseguimos entrar. E tudo valeu a pena.

Pelos corredores do Vaticano.

Pelos corredores do Vaticano.


E quando eu falo que tudo vale a pena, eu digo tudo mesmo. Porque se teve uma coisa que me fez chorar foi a hora que eu entrei na Capela Sistina.
Nunca achei que eu fosse ser esse tipo de pessoa, sabe? Que se emociona profundamente ao ver uma obra de arte. Mas após tantos anos estudando História da Arte e olhando fotos e mais fotos da Capela, nada se comparou ao fato de estar lá ao vivo. É uma perfeição sem tamanho. Tudo bem que eu fiquei super incomodada com os guardinhas sem educação que ficam lá dentro, gritando o tempo inteiro que não pode tirar foto nem filmar – já que é um lugar sagrado e tals. Mas como eles não respeitavam a regra do “silêncio” no lugar sagrado, a gente também não tem como respeitar muito a regra do “no photo”, né?
Vigiando pra ver se o guarda não vem...!

Vigiando pra ver se o guarda não vem...!


E, como não podia faltar, tem também foto da Criação de Adão.
Criação de Adão

Criação de Adão


De lá fomos conhecer a Basílica de São Pedro, que fica na Piazza San Pietro.
Basilica di San Pietro

Basilica di San Pietro


E lá dentro, mais maravilhas para os olhos. A Basílica é a casa de La Pietà, de Michelangelo. É a única obra de arte que a gente não consegue chegar muito perto (as outras estátuas ficam, literalmente, ao alcance das mãos). Mas isso acontece por causa de um atentado sofrido pela estátua em 1972 – e causou também a “aparição” de um vidro a prova de balas entre o público e a escultura.
La Pietà.

La Pietà.


Tem uma parte da Basílica que só pode entrar se for rezar, participar de missa ou confessar. Como não tava rolando uma missa, eu já tinha rezado em várias outras igrejas no dia anterior e fazia tempo que não me confessava, aproveitei um padre que falava espanhol e tava por ali e fui bater um papo com ele.
Gente phyna confessa é no Vaticano.

Gente phyna confessa é no Vaticano.


Basílica de San Pietro no por-do-sol.

Basílica de San Pietro no por-do-sol.


Fomos ainda no Castelo de Santo Ângelo e ao Tribunal de Justiça Romano.
Castel Sant' Angelo

Castel Sant' Angelo


Piazza dei Tribunali

Piazza dei Tribunali

No terceiro dia visitamos a Piazza di Spagna, lugar onde se concentra as lojas de designers importantes e turistas. E onde fica a Trinità dei Monti, uma das igrejas mais deslumbrantes de Roma.

Trinità dei Monti.

Trinità dei Monti.


De lá, fomos à Piazza della Repubblica, onde fica a Basílica Santa Maria degli Angeli e dei Martiri.
Piazza della Repubblica

Piazza della Repubblica


Fachada da Basílica Santa Maria degli Angeli e dei Martiri.

Fachada da Basílica Santa Maria degli Angeli e dei Martiri.


Essa igreja é fenomenal e tem vários detalhes interessantes que vou deixar para mostrar as fotos no flickr, já que esse post já está gigante. Só vou colocar aqui o “detalhe” do órgão dessa igreja. Gigante como o post.
Detalhezinho.

Detalhezinho.


A última atração foi a igreja de San Pietro in Vincoli. Do lado de fora, a gente não dá nada pela construção. Parece uma igreja meio nada, sabe? Tipo, uma capelinha só e olha lá…
Mas aí você entra e a igreja é toda linda e toda cheia de esculturas maravilhosas. Inclusive é lá que fica o túmulo do Papa Júlio II, feito por Michelangelo. Pois é. Em Roma é assim: você chega em uma contrução pela qual não se dá nada e lá dentro tem uma mega escultura feita por Michelangelo. Incrível!
Mausoléu de Júlio II.

Mausoléu de Júlio II.

E é isso. Ficamos 3 dias em Roma. Isso não é nada se você for pensar o tanto de coisa maravilhosa que tem lá pra se ver. Por isso o tanto de foto no post. Que não é nem metade das fotos que eu queria mostrar. Por isso coloquei todas no orkut, no facebook e no flickr.

Published in: on 06/12/2010 at 22:37  Comments (4)  
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Ah… Milão!

Continuando o desvio feito à Itália no começo do mês de outubro e congelado por conta da falta de computador e problemas com a internet na China, chegamos em Milão!
E quer lugar melhor pra chegar em Milão do que a Estação Central?

Stazione di Milano Centrale

Stazione di Milano Centrale


Depois fomos visitar o Duomo, que fica na praça central da cidade e é a construção em estilo gótico mais linda que já vi!
Eu e Breno em frente ao Duomo di Milano.

Eu e Breno em frente ao Duomo di Milano.


Breno e Guilherme em frente ao Duomo.

Breno e Guilherme em frente ao Duomo.


Mas mesmo com toda a beleza no lado exterior, o que mais gostei foi o interior da construção. O contraste da abóboda com o vitral
é deslumbrante… E as obras de arte lá dentro são de tirar o fôlego!
A nave da catedral.

A nave da catedral.


Lógico que, como estávamos lá mesmo, fui dar uma volta na Galleria Vittorio Emanuele II – também conhecida como o lugar que deu origem aos shopping centers como conhecemos hoje (só que beeem mais chique)!
Eu e Guilherme no centro da Galleria Vittorio Emanuele II.

Eu e Guilherme no centro da Galleria Vittorio Emanuele II.


E, ali, passando o Duomo e atravessando a galeria, fica o Teatro Alla Scala. Que, infelizmente, não tinha espetáculo nos dias que a gente ficou na cidade.
Teatro Alla Scala

Teatro Alla Scala

Ainda no mesmo dia fomos ao Castello Sforzesco, que após anos abrigando duques e até Napoleão foi transformado em museu.

Breno e eu em frente ao Castello Sforzesco.

Breno e eu em frente ao Castello Sforzesco.


Fato legal: no dia em que fomos conhecer o castelo estava tendo um discurso do Berlusconi pelo Partido Força Itália.
Fato suuuper legal: é nesse museu que fica a escultura inacabada de Michelangelo, a Pietà Rondanini.
Pietà Rondanini di Michelangelo.

Pietà Rondanini di Michelangelo.


E é lá que fica também um quadro de Francesco Galli, Madonna con Bambino.
Madonna con Bambino, 1495.

Madonna con Bambino, 1495.


E na parte de trás do quadro tem uma surpresinha: um recado de ninguém mais ninguém menos que Leonardo da Vinci.
Leonardo da Vinci, 1515.

Leonardo da Vinci, 1515.

E por último, mas não menos importante, está a felicidade do Breno: o Estádio San Siro – casa do Internazionale e do Milan (e no dia estava tendo jogo desses dois times, mas não tinha mais ingresso).

Breno no Estádio San Siro.

Breno no Estádio San Siro.

P.S.: E graças as dicas encontradas no Blog da Fê Matsu, conheci outlets maravilhosos em Milão. Quem for visitar a cidade vale a pena passar lá e imprimir a lista!

Published in: on 22/11/2010 at 22:46  Comments (1)  
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Desvio para Turim

Pois é. Primeira semana de outubro teve um feriado de dez (10) dias aqui na China (e tem gente que acha que chinês trabalha sem parar! pffff!) e nós aproveitamos e fugimos para a Itália para matar saudade do Cunhado!!!
Super viagem – de carro: Deyang/Chengdu, avião: Chengdu/Pequim Pequim/Bruxelas Bruxelas/Milão, ônibus: Milão/Turim. E enfim chegamos!
Explicando: o irmão do Breno, Guilherme (vulgo Cunhado ou Codorna) estuda em Turim – faz mestrado no Instituto Politécnico de Turim. Como provavelmente ele não vai poder ir passar o Natal no Brasil, fugimos e fomos usar e abusar dele pra conhecer um pouco da Itália e matar a saudade!

Intituto Politécnico de Turim

Intituto Politécnico de Turim


E lá é lindo… Tudo é lindo na Itália. Os lugares, as comidas, as roupas, as pessoas… E o choque que foi sair da China e chegar lá? Nossa… Em todos os sentidos: as comidas, as roupas, as pessoas…!
A única diferença bizarra (onde a China ganha) é a educação das pessoas. Por mais que aqui eles cuspam no chão, fumem onde for… Eles são super sociáveis e prestativos. Qualquer loja que você entra, escuta um 欢迎 (leia: huānyíng – bem vindo). Já na Itália, qualquer loja que você entra tem que torcer para alguém reparar em você para ser atendido!
Mas tudo bem.
Voltamos às belezas! Chegando lá fomos conhecer a faculdade do Codorna (foto acima) e almoçar suuuper bem com uma cerveja e um vinho de acompanhamento, lógico!
Delícia!

Delícia!


Ninguém tem idéia do alívio que é poder sair para almoçar em um lugar gostoso depois de quase oito meses saíndo de casa só pra comer McDonald’s!!!
Mas então. Passamos o dia conhecendo as maravilhas da cidade.
Tem uma fonte linda na cidade, chamada Fontana del Ceppi que representa os meses do ano. A fonte é cercada por 12 estátuas, uma de cada mês.
Fontana del Ceppi

Fontana del Ceppi


Close no mês de março!

Close no mês de março!


Fomos a uma vila medieval, que foi construída para a Exposição Internacional de 1884 e é mantida até hoje com várias lojinhas com espadas e roupas medievais.
Castelo da Vila Medieval

Castelo da Vila Medieval


Visitamos também o Parco Del Valentino, onde fica o Castello del Valentino.
O Castelo tem suas origens em 1500 (da idade do Brasil) e foi durante muito tempo a moradia da Corte Real e hoje é considerado Partrimônio da Humanidade pela Unesco.
Castello del Valentino

Castello del Valentino


E, como não podia faltar para o Breno, fomos visitar o Estádio Olímpico de Turim, casa do Juventus FC e do Torino FC. E com sorte, tava tendo jogo no dia!
Estádio Olímpico de Turim

Estádio Olímpico de Turim


Visitamos também a praça principal do centro da cidade e um monumento em homenagem à Vítor Emanuel II, primeiro rei da Itália após a unificação – nascido em Turim.
Praça central de Turim

Praça central de Turim


Aqui nasceu Vítor Emanuel II

Aqui nasceu Vítor Emanuel II


E, não importa quão frio estivesse, todos os dias tomávamos gelato! Pessoalmente, acho que é a melhor coisa que a Itália fez para a humanidade!!!
Escolher o sabor é difícil, viu? São tantos!

Escolher o sabor é difícil, viu? São tantos!


E para completar o desvio pela Itália, ainda temos post sobre Milão, Roma e Veneza!

Published in: on 01/11/2010 at 16:15  Comments (2)  
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