Londres

Em agosto fomos para o Brasil visitar as famílias. Na volta paramos em Londres. Aproveitamos a viagem super comprida pra parar por 3 dias e conhecer a capital da Inglaterra.
Foi um passeio excelente! Conhecemos muitas coisas nesses dias. Foi bem legal, pois tivemos um “guia” particular: o Marcos, amigo do Breno, que mora há anos lá.
Basicamente, foi só por causa dele que conseguimos ver tudo o que vimos em tão pouco tempo.

Chegamos em Londres na quarta-feira, final da tarde. Ficamos num hotel em Bayswater, bem ao lado do Hyde Park. Fomos dar uma volta por lá antes de procurar algum lugar para jantar. Lá é lindo! Dentro do parque fica o Kensington Palace, onde morava a Princesa Diana e onde nasceu a Rainha Victoria.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.

The Broadwalk Cafe, no Hyde Park.


Jardins do Kensington Palace.

Jardins do Kensington Palace.

Na quinta-feira pela manhã nos encontramos com o Marcos. Como estava chovendo, usamos o dia para visitar museus e outros lugares fechados.
Fomos primeiro ao Museu de História Natural, que é o máximo. Vimos ossadas de dinossauros, uma representação do Dodó e a Galeria do Museu de Geologia.

Museu de História Natural.

Museu de História Natural.


Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.

Marcos e Breno na galeria de entrada do Museu de Geologia.


Saindo de lá fomos ao Museu de Ciências. Excelente! Acho que um dos museus mais legais que já fui. Mostra a evolução dos transportes (de locomotivas, passando por carros e aviões), tem uma simulação de um terremoto, tem o módulo real da Apollo 10, réplica do módulo da Apollo 11 e da Apollo 17… Mas o meu preferido é que tem um pedaço da lua. É, um pedaço da lua!
Carros, carros, carros! E aviões!

Carros, carros, carros! E aviões!


Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.

Réplica do módulo da Apollo 11 e da roupa do Neil Armstrong.


Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.

Foto tirada da Terra pela tripulação da Apollo 17.


A piece of the moon!

A piece of the moon!


Depois dos passeios culturais, fomos conhecer a Harrod’s. Resumindo, lá é tudo de bom, tudo de lindo e tudo de caro. Mas tem que ir conhecer.
Em frente à Harrod's.

Em frente à Harrod's.


E à tarde aproveitamos que a chuva deu uma trégua e fomos conhecer o Green Park, Buckingham Palace, Saint James Park e a Westminster Abbey.
Palácio de Buckingham.

Palácio de Buckingham.


Abadia de Westminster.

Abadia de Westminster.


The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

The Diana, Princess of Wales, Memorial Walk.

Mas nosso dia ainda não acabou! Ainda fomos no Palácio de Westminster, vimos o Big Ben, passamos pela Westminster Bridge, andamos na London Eye, paramos na Trafalgar Square para ver o relógio das Olimpíadas de 2012, caminhamos pela Piccadilly Circus, pegamos um ônibus vermelho e acabamos o dia no The Swan Pub.

The Big Ben.

The Big Ben.


London Eye, vista da Ponte de Westminster.

London Eye, vista da Ponte de Westminster.


De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.

De dentro da London Eye, com o Palácio de Westminster e o Big Ben ao fundo.


Contagem regressiva na Trafalgar Square.

Contagem regressiva na Trafalgar Square.


No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.

No Museu do Ripley's, na Piccadilly Circus.


London's Red Bus!

London's Red Bus!


When in England...!

When in England...!


Na sexta-feira, conheci Notting Hill.
É, aquele do filme. Até fiz compras na The Travel Bookshop (que estava prestes a ser fechada!).
Um lugar chamado Notting Hill.

Um lugar chamado Notting Hill.


Nesse dia tivemos um “pequeno-grande” problema com nossos cartões de crédito e débito. Sendo assim, tivemos que achar a agência do Banco do Brasil em Londres e sair correndo pra lá. E só conseguimos chegar à tempo (faltando minutos pra fechar) porque o Marcos tava com a gente. Senão tínhamos vindo pra China com todos os cartões bloqueados. O Banco do Brasil é legal, né? NOT!
Mas então tá. Resolvido esse problema, fomos passear mais.
Andamos pela London Bridge e admiramos a Tower Bridge. Com muita sorte, conseguimos pegar a Tower Bridge abrindo e fechando (algo que não é fácil de acontecer).
Conhecemos a Hay’s Galleria e nos refugiamos dentro de um pub quando a chuva chegou.
London Bridge.

London Bridge.


Breno e a Tower Bridge.

Breno e a Tower Bridge.


A chuva passou e nós continuamos a caminhar. Passamos pelo Tate Modern, onde tinha uma exposição de obras do Miró. Seguimos pela Millennium Bridge e, adivinhem! Fomos para outro pub.
Miró no Tate!

Miró no Tate!


Selo de aprovação da Rainha.

Selo de aprovação da Rainha.


Encerramos o dia com um jantar maravilhoso com o Marcos e a Elena (esposa do Marcos, que é croata mas fala português melhor que muito brasileiro por aí).
Marcos, Elena, Eu e Breno.

Marcos, Elena, Eu e Breno.


Sábado foi nosso último dia em Londres. Fomos à Camden Town (bairro onde Amy Winehouse viveu e morreu). Um lugar diferentíssimo e divertidíssimo. É onde tem os mercados londrinos mais excêntricos: dá para barganhar camisetas bacaninhas e comprar figurinos góticos completos. Também foi onde vimos as figuras mais exóticas.
Fachadas de Camden Town.

Fachadas de Camden Town.

Encerro por aqui. Agradeço mais uma vez ao Marcos e a Elena pelo carinho, pelo turismo e pela ajuda!
Deixo uma última foto, com as divertidas cabines telefônicas inglesas:

Ultimate british symbol.

Ultimate british symbol.

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Published in: on 19/11/2011 at 23:09  Comments (7)  
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Paris est magnifique!

Sim, Paris é magnífica. Mas isso todo mundo já sabe. E foi uma cidade que me deixou em conflito, confesso.
Desde sempre, tudo o que eu via ou ouvia falar sobre Paris me faziam ter certeza que eu tinha nascido no país errado. Que eu era parisiense. Aí eu conheci Roma e descobri que tenho o coração romano…
E, finalmente, fui à Paris. E agora não estou mais em conflito. Apesar do coração ser romano, a alma é definitivamente parisiense. O que me leva a pensar que tenho o cérebro nova-iorquino (mas isso é outra história).
Então, continuando a saga da visita ao Brasil, paramos em Paris por três dias. Chegamos lá já no meio da tarde, fomos ao hotel (que o Breno escolheu super bem: fica a dois quarteirões da Champs-Élysées), banho e rua.
Primeira parada: Arco do Triunfo. O Arco foi construído por Napoleão para comemorar suas vitórias militares e, por isso, é cheio de referências às batalhas e aos generais da época.

Arco do Triunfo

Arco do Triunfo


Aproveitamos a noite e fomos ver as luzes de natal da Champs-Élysées.
Mais feliz que criança na manhã de Natal!

Mais feliz que criança na manhã de Natal!


Encerramos o dia depois de jantar num típico restaurante francês, fazer compras e passar muito frio.
No dia seguinte, pegamos o trem para conhecer o Palácio de Versailles. O lar de Maria Antonieta é belo, esplendoroso e tudo de bom que tem na face da terra.
Palácio de Versailles

Palácio de Versailles


Foi super legal rever o filme antes de ir, já que várias cenas dele foram filmadas dentro do Palácio (e o que foi filmado em set foi reproduzido com perfeição).
Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.

Teto da capela onde Maria Antonieta assistia à missa todo dia.


Além do Palácio em si já ser uma obra de arte, existem as obras de fato que estão espalhadas pelo Château, como os quadros de Napoleão. E além disso, para minha felicidade, estava rolando uma exposição das obras de Murakami!
Quadro de Napoleão Bonaparte.

Quadro de Napoleão Bonaparte.


Peça do Murakami

Peça do Murakami


E tem o jardim. Ah… O jardim! Amei. Foi meu primeiro contato com neve (tudo bem que tinha pouca, mas tinha)! Mas eu só fiquei pensando: Maria Antonieta não faliu a França comprando sapatos para andar naquela lama que fica quando a neve derrete e se mistura à terra do jardim. Mas tudo bem.
Nos jardins de Versailles.

Nos jardins de Versailles.


Neve e macaroons Ladurée!

Neve e macaroons Ladurée!


Andando pelo jardim, damos de cara com uma fonte maravilhosa: a Fonte de Apolo, que fica logo à frente do Grand Canal. E que estava linda na água congelada…
Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.

Fonte de Apolo, com o Grand Canal ao fundo.


É isso. O Palácio de Versailles. O Breno também gostou, olha:
Sorrindo para Versailles.

Sorrindo para Versailles.

Saíndo do Palácio, fomos ver a Torre Eiffel. Recomendação unânime de todo mundo com quem eu falei: “visite a Torre no fim da tarde para pegar o pôr-do-sol”. Foi assim que fizemos e agora eu recomendo a todos fazer do mesmo jeito!

Tour Eiffel

Tour Eiffel


Lá de cima é possível ver a cidade inteira. É o melhor lugar para ver o Palais de Chaillot inteiro. Aliás, lá em frente ao Palácio tem uma feira super legal. Comidas, roupas, coisas artesanais… E um crepe de Nutella de morrer!
Palais de Chaillot.

Palais de Chaillot.


Ver o pôr-do-sol lá de cima é bom, mas ver as luzes da cidade acendendo é melhor.
Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!

Vou segurar aqui e quero ver quem me tira!


Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?

Alguém ainda tem dúvida de por que essa é a cidade da luz?


Outra coisa: dizem que dá boa sorte para recém-casados se beijarem no topo da Torre. É melhor não arriscar, né?
Beijo de boa sorte.

Beijo de boa sorte.


No dia seguinte fomos ao Louvre. Precisa nem falar que eu morri, né? 500 vezes seguidas!
Chegando ao Louvre.

Chegando ao Louvre.


Agora vai rolar uma sessão de fotos que não precisam de muita apresentação, certo? Uma imagem ainda vale mais que mil palavras, certo? Então lá vai…
Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.

Vitória de Samotrácia (Deusa grega Nice) nas escadarias de entrada do Louvre.


"A" Mona Lisa.

"A" Mona Lisa.


Breno e a Mona.

Breno e a Mona.


Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.

Sim, os olhos inchados são de uma leve choradinha de emoção.


Alguém sabia que pode fazer isso?

Alguém sabia que pode fazer isso?


Breno e a galera do Napoleão.

Breno e a galera do Napoleão.


Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).

Vênus de Milo (Deusa grega Afrodite).


Breno com o Código de Hamurabi.

Breno com o Código de Hamurabi.


Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).

Breno e La Pyramide Inversée (ou a Pirâmide Invertida).


E eu também!

E eu também!


Psiquê revivida pelo beijo de Eros.

Psiquê revivida pelo beijo de Eros.


Ufa! Quase que não acaba mais…!
Saímos do museu e fomos encontrar com uma amiga minha, a Priscilla, que está morando em Paris há um ano.
Ainda bem que tinha a Pri lá! Ela fez um tour com a gente em uma tarde que não conseguiríamos fazer nem em dois dias!
Fomos à Catedral de Notre Dame, que eu estava louca pra ir e ver o presépio (um dos fatores que nos fez escolher parar em Paris perto do Natal). Eu sei que muita gente vai falar “nossa, você queria ir ver isso? E, sim, eu queria. O presépio é minimalista e clean. Do jeito que eu gosto. Afinal, como diria Coco Chanel: menos é mais.
Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.

Árvore de Natal em frenta à Catedral de Notre Dame.


Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.

Detalhes das famosas gárgulas de Notre Dame.


As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).

As abóbadas na vista do interior da nave (e eu e a Pri no cantinho).


A rosácea de 13 metros de diâmetro.

A rosácea de 13 metros de diâmetro.


O Presépio de Notre Dame.

O Presépio de Notre Dame.


Saíndo de lá, passamos na Universidade Sorbonne e de lá fomos ao Panteão, onde estão René Descartes, a Marie Curie, Victor Hugo, Voltaire, entre outros.
Sorbonne, Universitè de Paris.

Sorbonne, Universitè de Paris.


Panteão de Paris.

Panteão de Paris.


Passamos também pelo Jardin du Luxembourg (maior parque
público da cidade), pelo Hôtel de Ville (Prefeitura de Paris) e a Place de la Concorde (onde fica o Obelisco de Luxor).
Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.

Eu e Priscilla no Jardim de Luxemburgo.


Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.

Eu e Breno com o Palácio do Luxemburgo.


Hôtel de Ville.

Hôtel de Ville.


Place de la Concorde.

Place de la Concorde.

À noite fomos conhecer o sonho dos sonhos. Galeries Lafayette.

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette


Árvore de Natal da Galeries Lafayette.

Árvore de Natal da Galeries Lafayette.


Depois fomos ao Moulin Rouge, que há mais de cem anos é parada obrigatória para todo turista que vai à Paris. Tudo bem que não tinha a Nicole Kidman, mas foi bom mesmo assim!
Moulin Rouge!

Moulin Rouge!

No último dia só tivemos a manhã livre. À tarde corremos pro aeroporto para ir pro Brasil.
Mas, antes de ir, vamos aproveitar a última manhã, né? Então fomos visitar o Museu de Orsay. O Museu fica no prédio que originalmente abrigava uma estação ferroviária, a Gare de Orsay. É o lugar que eu estava mais ansiosa para conhecer, pois abriga obras de Van Gogh, Monet, Degas e Rodin. AMO!!! Acho que nessa manhã morri mais umas mil vezes!

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.

Com a cúpula do Museu de Orsay ao fundo.


Com o relógio do átrio principal do museu.

Com o relógio do átrio principal do museu.


Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?

Um Van Gogh assim, ao alcance das mãos?


E, para encerrar, Auguste Rodin.

E, para encerrar, Auguste Rodin.

Então é isso. C’est Paris. Paris est magnifique! Mon âme est parisien e nada podemos fazer a respeito. Não visitei tudo o que eu queria, mas não será minha última vez em Paris…

Published in: on 18/03/2011 at 23:47  Comments (5)  
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Madame Tussauds

Último post sobre Hong Kong, que eu achei que já tinha feito, mas esqueci. E esse vai ser mais resumido porque eu vou começar a selecionar as fotos da viagem pra Itália que eu tô looouca pra mostrar!
Pois então. Em HK fomos ao The Peak, onde está o Museu de Cera Madame Tussauds. Para chegar lá tem que enfrentar uma senhora fila para comprar o bilhete para o bondinho (único meio de realmente conseguir chegar lá em cima, já que são 552 metros de altitude) e outra senhora fila para pegar o tal do bondinho. Mas até o caminho compensa… E a vista quando se chega lá! Ô lá lá…!

The Peak, em toda sua glória.

The Peak, em toda sua glória.


Mas o que importa mesmo é o Museu de Cera. Celebridades ao alcance das mãos. Literalmente, já que todas as estátuas do museu estão lá à disposição para interação do público.
Brangelina. Lógico que tinha que ter, né?

Brangelina. Lógico que tinha que ter, né?


Depp. Outro que não podia faltar.

Depp. Outro que não podia faltar.


Breno e Pavaroti mostrando o que a Itália tem.

Breno e Pavaroti mostrando o que a Itália tem.


Família Real completa.

Família Real completa.


Fazendo beicinho.

Fazendo beicinho.


E lógico que não podia faltar uma das partes mais importantes… A vista noturna do The Peak. Essa vista é diretamente o centro “nervoso” de Hong Kong. E a noite fica muito mais bonita!
E uma vista de tirar o fôlego!

E uma vista de tirar o fôlego!

E assim que eu terminar a seleção de fotos da Itália eu já vou colocando aqui.

Published in: on 10/10/2010 at 15:22  Comments (1)  
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Museus de Macau

O único dia que saímos do hotel (que era tão grande que consumiu os dois dias inteirinhos!) foi para visitar os museus de Macau.
Fomos primeiro ao Museu do Grande Prêmio. Inaugurado em 1993, o museu tem uma vasta coleção de carros de corrida, inclusive um do Ayrton Senna, que venceu o GP em 1983.

Breno e o carro do Senna.

Breno e o carro do Senna.


Macacão do Senna!

Macacão do Senna!

No mesmo prédio, tem o Museu do Vinho. Lá tem uma placa explicando que um dos objetivos do Museu é levar quem o visita a conhecer a importância social e cultural que o vinho tem na tradição portuguesa, na vida cotidiana e nos rituais festivos.
Os dois museus são grátis, mas no museu do vinho tem uma “degustação” que custa ¥10 (cerca de R$3,00). Aí você paga e bebe uma taça de vinho português. Mais barato do que muito bar que eu conheço.

Entrada do Museu do Vinho

Entrada do Museu do Vinho

E assim encerra o passeio por Macau. E, por mais que tenha placas e tudo mais de herança portuguesa, só se via português escrito mesmo. Ninguém lá fala a língua e muita gente estranha quando perguntamos se alguém sabia falar português.
E próximo post: Hong Kong!

Published in: on 16/09/2010 at 19:37  Comments (1)  
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Museu Banpo

Depois de demorar praticamente um mês para atualizar… Não, eu ainda não vou falar sobre os Guerreiros de Terracota. Mas, sabe como é, né? Antes de ir lá a gente visitou o Museu Banpo e eu tô tentando manter a ordem cronológica da coisa toda…!
Mas então. O Museu Banpo é um sítio arqueológico de mais de 6000 anos de idade… É incrível chegar num lugar e ver onde as pessoas viveram há tanto tempo!

Eu e a Fê na entrada do Museu

Eu e a Fê na entrada do Museu

E é super legal lá… É possível ver a fundação das casas, a organização de toda uma sociedade do período Neolítico e até a entender um pouco a maneira como eles viviam.
As casas eram provavelmente feitas de madeira e barro, em formatos circulares e com uma espécie de buraco mais fundo no solo para armazenar a comida e manter os alimentos frescos e outro buraco no centro da casa para manter uma fogueira que aquecia todos.

Eu e o Breno com as fundações das casas ao fundo.

Eu e o Breno com as fundações das casas ao fundo.

E o mais legal é que as escavações descobriram algumas relíquias praticamente intactas, que ajudou muito no estudo da história do povo. Por exemplo: quando alguém morria, mas tinha levado uma vida boa e era uma boa pessoa, era enterrado virado para cima (como hoje em dia) e com uma porção de objetos pessoais, vasos de cerâmicas e outras coisas que poderia precisar “do outro lado”.

Restos mortais de uma "boa pessoa"

Restos mortais de uma "boa pessoa"

Mas se o morto fosse alguém ruim, um assassino ou mesmo um traidor ou ladrão, era enterrado com o rosto virado para baixo e sem objetos pessoais para acompanhar. O fato de enterrar para baixo é que fica mais rápido de ir para o inferno, pegou? (Tá, isso é coisa que eu pensei, ninguém falou pra mim mas eu achei uma conclusão lógica!).

Restos mortais de uma "pessoa ruim"

Restos mortais de uma "pessoa ruim"

Então, é isso… O Museu Banpo! Agora eu prometo, o próximo post realmente é sobre os Exército de Terracota.

Mas antes que eu me esqueça… Como em todos os outros lugares na China e no mundo, tem lojinhas de todos os tipos na saída do museu. Inclusive tem uma que vende pinturas de fazendeiros que vivem na região…
Só queria saber o que passa na cabeça do que pintou essa imagem abaixo:

Xixi, que delícia!

Xixi, que delícia!

Published in: on 21/07/2010 at 18:51  Comments (5)  
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